UCS sedia Simpósio Serrano de Meliponicultura em Caxias do Sul – Com o tema “Biodiversidade e Resiliência Climática”, a Associação Serrana de Meliponicultores (ASSERMEL), em parceria com a Universidade de Caxias do Sul (UCS), realiza o 2º Simpósio Serrano de Meliponicultura nos dias 19, 20 e 21 de setembro, sexta, sábado e domingo. O evento, que será realizado na UCS, contará com uma programação diversificada, incluindo palestras de especialistas, oficinas práticas, exposição e venda de enxames, meliprodutos e orquídeas.
Sob a coordenação de Ivanir Nicchetti de Campos, presidente da Assermel, e dos professores Gabriel Pauletti e Valdirene Camatti Sartori, o Simpósio reunirá grandes nomes da meliponicultura. Entre os palestrantes confirmados estão: Rafael Gehrke, que abordará a importância das abelhas na recuperação ambiental; Luis Fernando Wolff apresentará pesquisa sobre a meliponicultura orgânica; Patrícia Nunes Silva discorrerá sobre as mudanças climáticas e abelhas invasoras e os impactos em abelhas nativas; Flávio Flores Pires trará a legislação sobre as abelhas sem ferrão e Nadilson Roberto Ferreira explanará sobre a meliponicultura sintrópica.
O evento terá início na sexta-feira (19), às 9h, com a abertura oficial marcada para 17h, e contará com oficinas práticas no sábado e domingo, como a construção de iscas e a divisão de enxames. No sábado (20), a feira abre às 10h e o encerramento será às 18h. No domingo (21), a feira abre às 10h e continuará com oficinas e demonstrações até o encerramento às 17h.
O Simpósio conta com o apoio da ADCE, da Agrimar, da Emater, da Farsul, da Prefeitura de Caxias do Sul, do Sebrae, do Senar e da Sicredi Educação RS. As inscrições podem ser feitas, de forma gratuita, pelo site da UCS neste link. Será disponibilizado certificado de participação.
O presidente da Assermel, Ivanir Nicchetti de Campos, afirma que o simpósio reafirma o papel essencial das abelhas nativas para o equilíbrio dos ecossistemas e o futuro da região. “As abelhas sem ferrão, símbolo da nossa biodiversidade, são verdadeiras guardiãs da vida. Elas polinizam a flora nativa, garantem a produção de alimentos, preservam florestas e contribuem para a sustentabilidade das comunidades rurais e urbanas”, destaca.
Ele pontua ainda que, ao reunir pesquisadores, produtores, educadores e entusiastas da meliponicultura, reforça-se o compromisso coletivo com práticas agrícolas mais conscientes, com a valorização dos saberes locais e com a construção de políticas públicas que protejam os polinizadores.
UCS sedia Simpósio Serrano de Meliponicultura em Caxias do Sul