Setor de fretes do agronegócio brasileiro registra crescimento expressivo em 2023 e especialista comenta

Aumento nos transportes de soja, milho e fertilizantes impulsiona o segmento; diretora da Accrom marca presença na Agrishow 2024.
O Brasil registrou crescimento expressivo no volume de importações em 2026, impulsionado pela expansão do consumo interno, pela retomada de investimentos industriais e pela maior integração do país com cadeias globais de suprimento. Esse aumento, positivo para a economia, revelou com clareza um gargalo estrutural que o setor logístico já conhecia: o desembaraço aduaneiro no Brasil ainda opera com processos que não acompanham o ritmo da demanda, gerando atrasos, custos adicionais e imprevisibilidade para importadores de diferentes portes e segmentos. O desembaraço aduaneiro é o ponto crítico da cadeia de importação. É nele que a mercadoria aguarda conferência documental, inspeção física quando necessário e liberação pelos órgãos competentes antes de seguir para o destino final. Quando esse processo é lento ou imprevisível, o impacto se propaga por toda a cadeia: estoques atrasam, linhas de produção param, contratos são descumpridos e custos de armazenagem se acumulam. Para empresas que dependem de insumos importados com prazo definido, cada dia a mais no porto representa prejuízo direto e mensurável. O Grupo Pinho, referência no segmento de logística e uma das principais empresas de desembaraço aduaneiro em atuação no Brasil, tem acompanhado de perto o agravamento desse cenário em 2026. A empresa registrou aumento significativo na procura por seus serviços de desembaraço aduaneiro, reflexo direto da combinação entre maior volume de importações e a necessidade crescente das empresas de contar com um parceiro especializado que garanta agilidade, conformidade documental e previsibilidade no processo de liberação das mercadorias. Após o desembaraço, a pressão migra para o transporte rodoviário de cargas. Com o volume de mercadorias liberadas nos principais portos e aeroportos do país crescendo de forma consistente, a demanda por fretes rodoviários para distribuição dessas cargas ao destino final aumentou proporcionalmente. O transporte rodoviário de cargas é o principal modal de distribuição do Brasil, responsável por movimentar a maior parte das mercadorias importadas após sua liberação aduaneira, e sua capacidade de absorver picos de demanda sem perda de eficiência é diretamente influenciada pela fluidez do desembaraço aduaneiro nas etapas anteriores. O Grupo Pinho opera de forma integrada nesses dois elos críticos da cadeia logística. Como empresa de desembaraço aduaneiro e operadora de transporte rodoviário de cargas, a empresa oferece ao importador uma solução que cobre desde a liberação da mercadoria na alfândega até a entrega no destino final, eliminando a fragmentação de responsabilidades que frequentemente gera atrasos e ruídos de comunicação quando diferentes prestadores são contratados para cada etapa do processo. A perspectiva para os próximos anos aponta para uma demanda crescente por eficiência em toda a cadeia de importação. Com o governo avançando em iniciativas de modernização aduaneira, como o programa Inova+, e as empresas importadoras exigindo cada vez mais previsibilidade e controle sobre seus processos logísticos, parceiros especializados em desembaraço aduaneiro e transporte rodoviário de cargas ganham relevância estratégica. O Grupo Pinho posiciona-se nesse cenário com estrutura, experiência e capacidade operacional para ser o elo que transforma complexidade logística em resultado eficiente para seus clientes.

Setor de fretes do agronegócio brasileiro registra crescimento expressivo em 2023 e especialista comenta – O setor de fretes rodoviários do agronegócio brasileiro alcançou um crescimento notável durante o último trimestre de 2023, revelam dados divulgados pela plataforma online de transporte de cargas, Frete.com. Este crescimento significativo, que atingiu 21% em comparação com o mesmo período do ano anterior, evidencia a vitalidade e a dinâmica desse segmento fundamental para a economia nacional.

De acordo com os números apresentados, o agronegócio representou cerca de 34% dos fretes publicados na plataforma, com produtos como soja, milho e fertilizantes liderando o movimento. O transporte de soja, por exemplo, registrou um aumento de 132%, alcançando mais de 139 mil fretes apenas no último trimestre de 2023. Da mesma forma, o milho viu um crescimento de cerca de 22%, com 151 mil fretes registrados no período analisado. Os fertilizantes também contribuíram para esse cenário positivo, com um aumento de 22,2% no volume de fretes.

Esse incremento expressivo nos transportes está diretamente ligado às safras recordes de soja e milho que o país testemunhou durante o ciclo 2022/2023. Especialistas destacam o papel fundamental desses produtos no panorama agrícola nacional e sua contribuição para o fortalecimento do setor.

A distribuição geográfica desses fretes também revelou insights interessantes. O Estado do Paraná, por exemplo, emergiu como um protagonista nesse cenário, apresentando um crescimento impressionante de 414% nos fretes de soja. Outros estados que se destacaram foram Goiás, com um aumento de 192%, e Mato Grosso, que registrou um crescimento de 139%.

Especialista comenta

A especialista em logística internacional e diretora da Accrom, Cristiane Fais diz que esse crescimento é reflexo não apenas da produtividade agrícola, mas também da eficiência logística do país. “O aumento nos transportes de produtos agrícolas é um indicador do dinamismo e da competitividade do agronegócio brasileiro. A logística desempenha um papel crucial nesse processo. A Agrishow é um exemplo vivo do valor agregado, onde podemos levar desde commodities à produtos manufaturados para todo o mundo”, finaliza Fais.

A Accrom é uma empresa que oferece um serviço completo, de estratégia em logística internacional, abordado desde a entrega e retirada, mas também o desenvolvimento de produtos e também as demandas tributárias relacionadas ao transporte da mercadoria. A empresa vem com uma proposta de unir o universo tradicional com opções flexíveis de logística, analisado as melhores opções, entre o transporte marítimo, aéreo ou rodoviário.

 

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