Seguro de vida corporativo da V3Cor ganha força como estratégia de gestão e retenção de talentos – O seguro de vida deixou de ser um benefício complementar para se tornar uma das ferramentas mais estratégicas nas políticas de gestão de pessoas. A ampliação das coberturas, agora utilizáveis em vida, mudou a percepção de colaboradores e empregadores, que passaram a enxergar a apólice como um instrumento de proteção financeira contínua e não apenas como um respaldo para situações extremas. A tendência acompanha o movimento de empresas que buscam atrair talentos, fortalecer a cultura interna e garantir mais estabilidade frente a imprevistos.
A gestora da V3Cor, Amanda Vettorello, reforça que o comportamento do trabalhador mudou e que as empresas já perceberam essa transformação. “Hoje as pessoas não buscam somente a remuneração. Elas buscam benefícios para manter sua família segura e também para garantir seu próprio futuro ou segurança financeira”, afirma. Segundo ela, embora o produto ainda esteja em processo de consolidação no país, o avanço é evidente. “No Brasil, o seguro de vida ainda é novidade. No exterior ele já é muito difundido. Aqui, empresas têm buscado cada vez mais esse benefício. Há grande procura por plano de saúde e previdência, mas o seguro de vida vem ganhando força porque várias categorias exigem o benefício em convenções coletivas, e porque existem coberturas para uso em vida.”
Seguro vida corporativo da V3Cor gestão
A expansão dessas coberturas é o que tem maior impacto na rotina dos colaboradores. O consultor de vendas Mateus Lemos Ferreira explica que esse é o ponto que tem despertado mais interesse. “O seguro de vida hoje é muito legal por conta das coberturas que podemos utilizar em vida. Além da invalidez por acidente, há despesas médicas, hospitalares e odontológicas, diagnóstico de doenças graves, auxílio natalidade para custear despesas com a chegada de um filho e até cobertura de verbas rescisórias, caso ocorra o falecimento do funcionário e a empresa precise arcar com o funeral”, detalha.
Casos práticos reforçam o papel dessa proteção. Há empresas que utilizavam reservas próprias para despesas emergenciais por desconhecerem que o seguro coletivo abrangia esses custos. Em outros episódios, o benefício assegurou renda durante tratamentos prolongados, oferecendo alívio financeiro às famílias e reduzindo impactos emocionais. Esse tipo de suporte, segundo Amanda, também garante estabilidade ao empregador. Ela destaca que há produtos específicos para empresários.
“Considero três pontos importantes na contratação. O primeiro é oferecer um benefício relevante para atrair mão de obra qualificada e reter talentos. O segundo é aproveitar incentivos fiscais: conforme o modelo da empresa, é possível obter descontos no Imposto de Renda e em outros tributos. E o terceiro é a organização financeira. Já atendemos casos concretos de empresas que não tinham valor de caixa reservado para momentos de dificuldade. A questão do seguro empresarial é permitir ao empresário dormir tranquilo, sabendo que tem apoio quando mais precisa”, afirma.
Do ponto de vista estratégico, o seguro protege também a continuidade das operações, reduzindo impactos em afastamentos longos e evitando custos imprevisíveis. Em empresas enquadradas no Lucro Real, o investimento pode ser abatido no Imposto de Renda e na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, reforçando o caráter de planejamento financeiro.
Mudança de vida no seguro corporativo da V3Cor
O crescimento desse mercado no Brasil confirma a mudança de mentalidade. Entre janeiro e setembro de 2025, o seguro de vida registrou aumento nominal de 12,13%, segundo a Susep. No segmento mais amplo de seguros de pessoas, liderado pelo seguro de vida, o avanço foi de 8,4% no primeiro semestre, conforme dados de Fenaprevi e CNseg. Produtos ligados a doenças graves tiveram incremento ainda maior, impulsionados pelo interesse em coberturas que garantem apoio imediato em diagnósticos de alto impacto.
No Rio Grande do Sul, a movimentação do setor demonstra vigor, mesmo sem percentuais consolidados. O estado registrou R$ 419 milhões apenas no primeiro semestre de 2025, e a base de corretores especializados cresceu cerca de 40% em um ano. Apesar disso, o potencial de expansão é expressivo: somente 17% dos gaúchos possuem algum tipo de seguro, e apenas 5% das apólices são adquiridas por iniciativa própria, sem vínculo com dissídios coletivos. O dado contrasta com a força econômica do estado, terceiro maior PIB per capita do país e com forte concentração de profissionais liberais e da área da saúde.
A consolidação do seguro de vida corporativo no país revela uma tendência que une cuidado, gestão financeira e visão de futuro. Para as empresas, o benefício representa organização, previsibilidade e valorização da equipe. Para os trabalhadores, oferece amparo real em situações críticas. No equilíbrio entre preservação do presente e planejamento do amanhã, o seguro de vida tem se tornado um dos pilares mais consistentes da proteção empresarial contemporânea.