Icehot amplia impacto sustentável no Brasil

Empresa acelera expansão e projeta chegar a 1.500 cidades até 2030.
Icehot amplia impacto sustentável no Brasil

Icehot amplia impacto sustentável no Brasil – Com o avanço das discussões globais sobre clima e qualidade de vida urbana, a busca por soluções sustentáveis aplicadas ao cotidiano das cidades ganha cada vez mais relevância. A Icehot fortalece sua atuação como referência nacional em hidratação para espaços públicos no Brasil, combinando infraestrutura urbana, tecnologia e impacto ambiental positivo em larga escala. Presente hoje em mais de 500 cidades brasileiras, distribuídas em todos os estados do país, a empresa prevê para 2026 a expansão entre 550 e 600 novas cidades e a marca de até 1.800 estações instaladas no país.

Desde o início do monitoramento dos indicadores ambientais, no final de 2022, as estações da Icehot já ajudaram a evitar o consumo de aproximadamente 57,8 milhões de garrafas plásticas descartáveis. Apenas em 2025, foram 6,4 milhões de unidades poupadas, número superior às projeções iniciais e impulsionado especialmente pelo aumento do uso das estações durante o verão brasileiro. Em 2026, o ritmo de crescimento segue acelerado, somente nos primeiros cinco meses do ano, mais 2,1 milhões de garrafas deixaram de circular graças ao uso das estações instaladas em parques, praças, ciclovias, orlas, terminais urbanos e espaços de grande circulação.

O impacto ambiental positivo também aparece na redução das emissões de carbono. Em 2025, a operação da Icehot evitou a emissão de 321 mil quilos de CO₂ na atmosfera, resultado calculado a partir da cadeia de produção, transporte e descarte das embalagens plásticas que deixaram de ser consumidas. Entre janeiro e maio de 2026, outros 106 mil quilos de CO₂ já deixaram de ser emitidos.

Além da redução de resíduos, a empresa também amplia o acesso gratuito à água potável em espaços públicos brasileiros. Em 2025, foram distribuídos 3,21 milhões de litros de água gratuitamente. Somente nos cinco primeiros meses de 2026, o volume já ultrapassa 1,1 milhão de litros. Ao todo, a rede da Icehot registra atualmente cerca de 30 mil acionamentos diários.

Para o sócio-fundador da empresa, Alex Sander da Rosa, os números mostram uma mudança estrutural no comportamento das cidades em relação ao consumo. “A estação de hidratação passou a representar uma infraestrutura essencial para cidades mais preparadas para os desafios climáticos. Cada estação instalada significa menos plástico descartável circulando, mais acesso gratuito à água de qualidade e uma mudança real de comportamento das pessoas, que passaram a incorporar hábitos mais conscientes”, afirma.

Segundo Alex Sander, fatores regulatórios e comportamentais devem acelerar ainda mais esse mercado nos próximos anos. Um dos principais marcos recentes foi a publicação do Decreto Federal 12.688/2025, que instituiu o Sistema de Logística Reversa de Embalagens Plásticas no Brasil e estabeleceu metas obrigatórias de recuperação e uso de material reciclado nas embalagens. “O cenário regulatório mudou de patamar. Existe também um impacto econômico silencioso, principalmente para a população que mais sente os efeitos da inflação no dia a dia. Uma garrafinha de água na rua custa entre R$ 3 e R$ 5. Quem deixa de comprar uma por semana e utiliza uma estação, economiza cerca de R$ 200 por ano. Quando multiplicamos isso por milhares de usuários em uma cidade, o impacto financeiro coletivo é enorme”, destaca Alex.

A expansão da empresa acompanha esse movimento. A Icehot iniciou 2025 presente em cerca de 250 cidades e encerrou o ano com atuação consolidada em mais de 500 municípios brasileiros. Entre os destaques da operação estão Gramado, onde as estações integram a experiência turística da cidade; Belém, marcada pela operação vinculada ao legado da COP30 e pelos desafios logísticos da instalação das estruturas; e Lajeado, que registrou quase 90 mil utilizações e mais de 136 mil litros de água distribuídos em parceria com o Sicredi Integração RS/MG apenas em 2025.

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