Agronegócio bate recorde de US$ 169,2 bilhões em exportações – O agronegócio brasileiro encerrou 2025 com mais um recorde histórico: US$ 169,2 bilhões em exportações, alta de 3% em relação ao ano anterior. As importações também avançaram 4,4%, somando US$ 20,2 bilhões, resultado que garantiu ao país um superávit de US$ 149,07 bilhões.
Os números confirmam a posição do Brasil como potência global do setor, mas também evidenciam uma demanda crescente por infraestrutura digital mais robusta e segura.
Segundo o relatório da Apura Cyber Intelligence S/A, o agronegócio é o terceiro setor mais visado por cibercriminosos no Brasil, atrás apenas da indústria e do governo. Nos últimos anos, 10% dos ataques de ransomware registrados no país tiveram empresas do agro como alvo. Cada ataque de ransomware no Brasil para o setor agro custa em média R$1.8 milhão.
Diante desse cenário, os certificados digitais são a forma mais segura e reconhecida legalmente para identificar usuários, assinar documentos com validade jurídica, acessar sistemas governamentais essenciais e aprovar transações.
“Os certificados garantem segurança, validade jurídica e eficiência operacional, desde a emissão de nota fiscal eletrônica e assinatura de contratos digitais até o acesso a plataformas tecnológicas do setor e de exportações e comércio exterior”, explica José Luiz Vendramini, sales account manager da Redtrust.
Segurança em todos os processos
A vulnerabilidade, na maioria dos casos, começa antes do ataque: sem uma gestão centralizada dos certificados digitais, as empresas perdem controle sobre quem usa cada certificado, quando e para quê. Isso abre caminho para expirações inesperadas, bloqueios operacionais, armazenamento inseguro e ausência de rastreabilidade, falhas que comprometem tanto a segurança quanto a continuidade do negócio.
O setor opera sob exigências legais rígidas, que incluem rastreabilidade digital obrigatória, certificação sanitária eletrônica, registro ambiental digital e processos regulatórios 100% digitais.
Empresas do agro dependem de certificados digitais para praticamente todas os processos essenciais: emissão de nota fiscal eletrônica, acesso a portais governamentais como e-CAC, eSocial, SPED, MAPA, IBAMA e INCRA, além de transações no Portal Único Siscomex, usado para exportações e comércio exterior.
O certificado digital deixou de ser um recurso complementar e passou a ser peça central da operação. “Os certificados previnem fraudes em processos fiscais, trabalhistas, financeiros e logísticos, e reduzem o risco de acessos indevidos ou operações realizadas em nome da empresa por pessoas não autorizadas”, completa Vendramini.
Segundo ele, é possível controlar permissões, determinando quem, onde e quando um colaborador pode utilizar o certificado, além de acompanhar os vencimentos para evitar a indisponibilidade do certificado, o que reduz riscos operacionais no agronegócio.
“Uma boa gestão reduz custos, traz agilidade, evita multas e busca garantir que cada ação digital esteja protegida, registrada e dentro da lei”, complementa Vendramini. “É como ter um ‘controle central’ de tudo que é feito com os certificados digitais da cooperativa ou da empresa. No campo ou no escritório, o agro precisa de produtividade com segurança e isso inclui uma gestão inteligente dos certificados”, finaliza.
Webinar gratuito aborda o tema em profundidade
Para discutir esse desafio e apresentar caminhos concretos para uma gestão eficiente, a Redtrust realiza em 30 de abril, às 10h, o webinar gratuito “Identidade digital e certificados no agronegócio: solução, casos práticos e visão técnica”.
O encontro será conduzido por José Luiz Vendramini, sales account manager da Redtrust, e por Igor Mendes, Solutions Engineer com mais de 20 anos de experiência em infraestrutura de TI. Os temas incluem casos de uso e regulamentações do setor, a importância da gestão centralizada de certificados e demonstrações práticas da ferramenta Redtrust.
Para participar é necessário se inscrever no link: redtrust.com/pt-br/recursos/clip-webinar-agro
Agronegócio bate recorde de US$ 169,2 bilhões em exportações