JTI celebra o Dia do Produtor de Tabaco

No Dia do Produtor de Tabaco, a JTI destaca a importância da sucessão familiar na agricultura, mostrando como apoio técnico, investimento em tecnologia e propósito podem atrair jovens para continuar a tradição no campo.
JTI celebra o Dia do Produtor de Tabaco

JTI celebra o Dia do Produtor de Tabaco – A sucessão rural é um dos grandes desafios do setor agrícola, e também uma das maiores oportunidades para garantir a continuidade da produção com responsabilidade e inovação. No Dia do Produtor de Tabaco (28), a JTI compartilha a história de Gilvan Bohn, jovem produtor que decidiu seguir os passos da família e investir no futuro da propriedade.

Gilvan cresceu em meio ao cultivo de tabaco. O tio, Hélio Bohn, foi classificador da JTI, e o irmão também é produtor integrado da empresa. Após uma experiência fora do campo, ele escolheu retornar às raízes e assumir o protagonismo na propriedade. “A sucessão rural é essencial. Nossos pais já estão mais velhos, e é importante que a gente continue cuidando da terra, mantendo vivo o legado e garantindo que o campo seja uma opção de futuro”, afirma Gilvan.

Para tornar essa continuidade viável, a família investiu em tecnologias como a estufa de grampo, que melhora a secagem, reduz consumo de lenha e facilita o trabalho diário. “Com apoio técnico, conseguimos modernizar a produção e incentivar as novas gerações a permanecerem no campo”, complementa Gilvan. A JTI atua fortemente para fortalecer o sistema integrado de produção, oferecendo programas de financiamento de tecnologias, orientação técnica e suporte contínuo. O objetivo é garantir que o produtor esteja sempre no centro das decisões e investimentos da empresa.

“Celebrar o Dia do Produtor de Tabaco é reconhecer o papel essencial que os produtores desempenham não apenas na continuidade da agricultura, mas também no desenvolvimento das comunidades rurais. Na JTI, o produtor está no centro da nossa estratégia de negócio. É por isso que investimos continuamente em tecnologia, capacitação e suporte técnico, fortalecendo o Sistema Integrado de Produção e criando condições reais para que jovens como Gilvan enxerguem no campo um futuro promissor, sustentável e rentável. A sucessão familiar é um dos pilares para garantir que esse legado continue vivo, e temos orgulho de fazer parte dessa jornada ao lado dos nossos produtores”, afirma, Diogo Anjelo, diretor de Agronomia da JTI.

Sobre a JTI

A JTI, integrante do Grupo JT, é uma das empresas internacionais líderes em tabaco, com presença em mais de 130 países. É proprietária das marcas Winston e Camel, respectivamente a segunda e a terceira maiores marcas de cigarros do mundo. Outras marcas globais incluem MEVIUS e LD. A JTI também é referência na categoria de Produtos de Risco Reduzido, com marcas como o tabaco aquecido Ploom e os sachês de nicotina Nordic Spirit. Com sede em Genebra, na Suíça, emprega mais de 46 mil pessoas e foi premiada com o Global Top Employer Global pelo 11º ano consecutivo em 2025. No Brasil, são mais de 1,5 mil colaboradores em 10 Estados. A operação contempla a produção de tabaco – por meio de cerca de 12 mil produtores integrados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná – compra, processamento e exportação de tabaco, fabricação, venda e distribuição de cigarros em mais de 20 Estados do Brasil. As marcas comercializadas são Winston, Djarum e Camel, essa última também exportada para a Bolívia.

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